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Produtos
História: Aguardente e Cachaça
Produtos
Sambatuk Spices é produzida a partir da maturação
de um composto formado por aguardente, cachaça e especiarias
(noz moscada, baunilha, canela e allspice).
No seu processo
de fabricação todos os cuidados são tomados
para garantir um produto de excelente qualidade.
Sambatuk Spices
é um destilado suave, com forte personalidade, capaz de agradar
os paladares mais exigentes.
Sambatuk é
comercializada nas embalagens de 500ml e 50ml.
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História:
Aguardente e Cachaça
Os primeiros relatos sobre a fermentação vem dos egípcios
antigos, que curavam várias moléstias, inalando vapor
de líquidos aromatizados e fermentados, absorvidos diretamente
do bico de uma chaleira, num ambiente fechado. Os gregos registram
o processo de obtenção da acqua ardens: água
que pega fogo - água ardente (al kuhu). Alquimistas tomam
conhecimento da água ardente, atribuindo-lhe propriedades
místico-medicinais. Transforma-se em água da vida,
ou eau de vie, que era receitada como elixir da longevidade.
A aguardente então foi da Europa para o Oriente Médio,
pela força da expansão do Império Romano. Foram
os árabes que descobriram os equipamentos para a destilação,
semelhantes aos que conhecemos hoje. Eles não usam o termo
al kuhu e sim al raga, originando o nome da mais
popular aguardente da península arábica: arak, uma
aguardente misturada com licores de anis e degustada com água.
A tecnologia de produção espalha-se pelo Velho e Novo
Mundo. Na Itália, o destilado de uva fica conhecido como
grappa. Em terras Germânicas, se destila a partir
da cereja, o Kirsch; na antiga Tchecoslováquia,
atualmente dividida em República Tcheca e República
Eslovaca, a destilação da Sleva (espécie
de ameixa) gera a slevovice (lê-se eslevovitse).
Na Escócia fica popular o whisky, destilado da cevada
sacarificada. No Extremo Oriente, a aguardente serve para esquentar
o frio das populações que não fabricam vinho.
Na Rússia a vodka, de centeio. Na China e Japão,
o sakê, produzido a partir da fermentação
do arroz, é frequentemente confundido com uma aguardente
devido ao seu elevado teor alcoólico, mas é na verdade
um vinho. Portugal também absorve a tecnologia dos árabes
e destila a partir do bagaço de uva, a bagaceira.
Já em 1530 os primeiros donatários portugueses decidem
começar empreendimentos nas terras orientais do Novo Mundo,
implementando o engenho de açúcar com conhecimento
e tecnologia adquiridos nas Índias Orientais, vindas do sul
da Ásia. Assim surgem na nova colônia portuguesa os
primeiros núcleos de povoamento e agricultura.
A geração inicial de colonizadores apreciava a bagaceira
portuguesa e o vinho do porto. Assim como a alimentação,
toda bebida era importada da metrópole. Num engenho da capitania
de São Vicente, entre 1532 e 1548, descobrem o vinho de cana-de-açúcar.
Daí para a destilação do mosto fermentado do
caldo de cana-de-açúcar foi um pulo, nascendo assim
a aguardente de cana e a cachaça.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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